O mercado dos serviços jurídicos está a moldar-se a novos paradigmas

Num artigo de opinião publicado em A Falência da Justiça intitulado «As novas tecnologias, o direito e a mudança de paradigma das profissões jurídicas», Miguel Reis sustenta que o direito português e do direito comunitário estão a ser alvo de um processo de transformação, visando a redução da intervenção humana, a simplificação dos estereotipos normativos e a redução da litigância, com vista à repartição do mercado pelas grandes companhias mundiais, no quadro da globalização e das tendências que se vêm afirmando de forma mais expressiva no seio da Organização Mundial do Comércio.
Aparentemente pessimista, o artigo procura ser, essencialmente, um aviso para a necessidade de inovação e criação em áreas menos vulneráveis, bem como para o aproveitamento do próprio sistema que se critica, introduzindo-lhe complementos que lhe permitam adicionar valor.
A Parte II dessa reflexão será publicada na próxima semana.

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