O massacre dos PALOP’S ou uma operação de racismo…

O Portal do Governo noticia que «a primeira prova de Língua Portuguesa, realizada no dia 20 de Janeiro, no âmbito da lei da nacionalidade, concluiu com 511 aprovações». Acrescenta que a nacionalidade de origem mais representada era a moldava, com 117, seguida pela ucraniana (81) e que os maiores grupos seguintes correspondiam a cidadãos oriundos de países de expressão portuguesa, a saber, Guiné-Bissau (66), Cabo Verde (45), Angola (42) e Brasil, este com 34 imigrantes.
Faz algum sentido que se exija uma prova de língua portuguesa aos cidadãos oriundos dos países de língua oficial portuguesa? Não estaremos perante uma atitude de mero racismo? Podem não ser «perfeitos» mas falam português.
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