Corrupção em Portugal

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Megaoperação da PJ estuda casos de corrupção
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A Polícia Judiciária e o Ministério Público têm em curso uma megaoperação em várias casas e repartições de finanças. Ao que a RTP apurou está em causa o pagamento de ‘luvas’ por parte de empresas com dívidas ao fisco para obterem declarações falsas de regularização de dívidas.

Foram detidos pelo menos 15 pessoas, no quais se contam responsáveis da Autoridade Tributária. Esta megaoperação conta com mais de 200 agentes da PJ e mais de 100 operações a decorrer, especialmente na zona da Grande Lisboa.

Em causa estão crimes de corrupção ativa e passiva. Alegadamente, empresários pagaram a funcionários dos quadros das finanças para receberem declarações de regularização de dívidas para ser dada permissão a participarem em concursos públicos.

Segundo a Procuradoria-Geral da República foram detidos técnicos de administração tributária, chefes de finanças, inspetores tributários, um diretor de serviços da Autoridade Tributária, um diretor de finanças adjunto, advogados, técnicos oficiais de contas e empresários.

A operação foi conduzida pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária juntamente com o DIAP de Lisboa. Os detidos vão ser ouvidos em primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.
Finanças confirmam buscas
O ministério das Finanças confirmou há pouco que várias repartições estão a ser alvo de buscas por parte da Polícia Judiciária.

Numa nota lançada ao público, o ministério confirmou que a Autoridade Tributária está a trabalhar em conjunto com as autoridades.

“A operação em curso está a ser realizada com a colaboração da Autoridade Tributária que coadjuva a investigação criminal da Policia Judiciária neste processo”, avança a Lusa.

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