China: Importantes mudanças no poder

O vice-presidente chinês Zeng Qinghong foi uma das mais destacadas e poderosas vítimas da purga que caracterizou os sete dias de debates do Congresso do Partido Comunista da República Popular da China, no poder desde 1 de Outubro de 1949.
Segundo a agência noticiosa oficial Xinhua, os delegados elegeram o novo Comité Central (CC)- os poderosos do “establishment” chinês que traçam as linhas ideológicas e estratégicas do país – e reforçaram a posição do actual líder Hu Jintao. Os opositores, geralmente afectos ao seu antecessor Jiang Zemin, foram afastados do Politburo e do Comité Permanente, orgãos que comandam, de facto, os destinos do país mais populoso do mundo. Os novos membros serão confirmados na primeira reunião do recém-eleito CC, a realizar amanhã.
Outra notícia relevante é a de que as autoridades monetárias chinesas desiludiram os seus interlocutores na reunião dos ministros da Finanças do G7, que terminou hoje, em Washington, quanto a uma eventual, e rápida, apreciação do yuan face ao persistente declínio do dólar.

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Os vários representantes de Pequim explicaram que as reformas em curso no sistema monetário chinês demorarão entre 6 a 7 anos, sendo mais importantes para a China, do que ceder a pressões externas para a liberalização dos mecanismos que regulam a paridade da moeda.

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