Archive for the ‘empresa na hora’ Category

64 postos de atendimento da Empresa na Hora

sábado, julho 14th, 2007
Foram inaugurados quatro novos postos de atendimento da Empresa na Hora nas Conservatórias do Registo Comercial de Alcácer do Sal, Figueira da Foz, Santiago do Cacém e Vila Real de Santo António, elevando para 64 os postos de atendimento da Empresa na Hora espalhados pelo País.
Fonte: Ministério da Justiça

Ministério das Finanças considera que não há maior risco com a Empresa na Hora

quinta-feira, junho 21st, 2007
O Ministério das Finanças defende que a “Empresa na hora” não representa um risco de fraude superior ao que existia no normal processo de constituição de empresas. O Ministério adianta, em comunicado, que as condições para a constituição da “Empresa na hora” são, inclusivamente, mais exigentes do que anteriormente.
Fonte: Jornal de Negócios

Empresas constituidas em 50 minutos e 15 segundos…

sábado, fevereiro 10th, 2007
A «empresa na hora» passou a ser possível em menos de uma hora, segundo informação do Ministério da Justiça.
Segundo o MJ «desde o início do projecto, em Julho de 2005, e até 31 de Janeiro já foram constituídas 20.004 empresas na hora, com um tempo médio geral de 55 minutos e 11 segundos. Durante o mês de Janeiro, constituiram-se 2.558 empresas, a uma média diária de 116,3, com o tempo médio de 50 minutos e 15 segundos.»
O sistema português da «empresa na hora» é de uma grande utilidade para o desenvolvimento dos negócios.
Não sendo perfeito no momento do setup das socieades pode ser aperfeiçoado.
Ver mais.

«Empresa na hora» ganha prémio em Bruxelas

sábado, dezembro 9th, 2006
O projecto português «Empresa na Hora» foi hoje distinguido em Bruxelas com o prémio europeu de iniciativa empresarial na categoria de «redução da burocracia», num evento apoiado pela Comissão Europeia – noticia o Diário Digital.
O Prof. Vital Moreira, que muito prezamos, chama a atenção para a notícia num post sob o título «Só propaganda» – dizem eles.
Porque enfiamos a carapuça até metade da cabeça, convém que sobre a matéria se faça um comentário.
Na nossa opinião, a ideia da Empresa na Hora é excelente, como o é a da Empresa on Line.
Está é a ser mal realizada, o que, num certo sentido até perverte a ideia.
Vejamos:
1. O contrato de sociedade é um contrato, que deve ser expressão da vontade das partes.
Na Empresa na Hora os utentes não têm escolha relativamente aos modelos de estatutos das sociedades unipessoais por quotas, têm dois modelos para sociedades por quotas e um modelo para sociedades anónimas.
2. Actualmente, a lei permite que o contrato de sociedade seja celebrado por documento particular com as assinaturas dos sócios reconhecidas presencialmente. Não se compreende porque razão não podem os utentes constituir empresas na hora entregando nos respectivos balcões estatutos previamente elaborados, em conformidade com as suas vontades, podendo essa entrega ser feita por meios digitais.
Não se compreende que os benefícios da Empresa na Hora não possam ser estendidos às sociedades cujos contratos e documentação complementar são celebrados nos escritórios dos advogados e dos solicitadores, de onde, sem prejudicar os utentes que vão directamente aos balcões, adviriam poupanças extraordinárias para o Estado.
3. Só quem não tem a mínima noção da importância dos nomes sociais (e do branding) é que não se ri da caricata lista de firmas disponível no site da EH.
Nada justifica este tipo de limitações, quando há um ficheiro de denominações disponível e quando é possível, por via electrónica, criar uma lista de palavras «proibidas», em conformidade com a lei do registo das pessoas colectivas.
4. É verdade que o Registo Nacional das Pessoas Colectivas funciona muito mal – extremamente mal. Mas isso não pode nem deve ser condicionante do sucesso da Empresa na Hora. Aliás, o que até se justificava era mesmo a extinção do RNPC, reduzindo-o a uma base de dados interactiva, comum aos diversos serviços.
A lista de firmas disponíveis é a mais acabada prova de que o RNPC não serve para nada e que só há vantagem em acabar com ele.
Claro que ficamos contentes com o prémio, porque ele gratifica, justamente, a ideia. Mas não podemos deixar de fazer estes reparos e de exigir o aperfeiçoamento do sistema, sob pena de trairmos a própria ideia que aplaudimos.
Faz algum sentido fazer uma Empresa na Hora de manhã e fazer à tarde uma alteração de estatutos e um pedido de nova denominação?