Archive for the ‘consulado de Portugal em São Paulo’ Category

Familiares dos diplomatas de Portugal e Brasil já podem trabalhar…

quarta-feira, abril 11th, 2007

Aviso n.º 134/2007, D.R. n.º 70, Série I de 2007-04-10
Ministério dos Negócios Estrangeiros

Torna público terem, em 12 de Setembro de 2002 e em 29 de Outubro de 2004, sido emitidas notas, respectivamente pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal e pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, em que se comunica terem sido cumpridas as respectivas formalidades constitucionais internas de aprovação do Acordo entre a República Portuguesa e a República Federativa do Brasil sobre o Exercício de Actividades Remuneradas por Parte de Dependentes do Pessoal Diplomático, Consular, Administrativo, Técnico e de Apoio ou Serviço, assinado em Brasília em 5 de Setembro de 2001.

Segundo o Portugal Digital, dois projetos programa…

quarta-feira, abril 4th, 2007
Segundo o Portugal Digital, dois projetos programados para Maio levarão empresas brasileiras de 12 setores a Portugal.
Coordenadas pela APEX-Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos), as acções têm o objetivo de “aumentar o comércio bilateral, aprimorar a imagem do Brasil como grande produtor nas áreas selecionadas e criar oportunidades de negócios imediatos”.
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Luis Barreira de Sousa sai de São Paulo

sbado, fevereiro 3rd, 2007
Em 31 de Janeiro, terminou as suas funções como Cônsul-Geral de Portugal em S. Paulo o Dr. Luis Barreira de Sousa.
O Dr. Barreira de Sousa assumiu, a partir de 1 de Fevereiro, o cargo de Secretário-Geral Adjunto do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Lisboa.
A informação é da Embaixada de Portugal em Brasília.
Barreira de Sousa foi em nossa opinião – pese embora a simpatia e a boa educação da pessoa – o pior cônsul que Portugal teve em São Paulo nos últimos quinze anos.
Personalizou a destruição do serviço consular como serviço público na grande metrópole brasileira e a instituição de um sistema que, sendo embora aparentemente eficaz, é uma verdadeira fraude, porque assenta em prestações de pessoal não qualificado e em afirmações inverídicas no que se refere à qualidade dos serviços.
São Paulo constitui, com grande provabilidade, o mais grave caso de gestão danosa de recursos públicos na gestão consular. Haja coragem de o apurar. E haja, sobretudo, coragem para mudar as coisas, porque não basta mudar as pessoas.