[:pb]Taxa de poupança das famílias: a mais baixa de sempre[:en]Backward living standards and Greek deal[:]

[:pb]Citamos:

Economia e Finanças

23 horas

O gráfico fala por si, retrata a taxa de poupança das famílias ao longo dos trimestres desde o quarto trimestre de 1999 até ao terceiro trimestre de 2015 e incorpora os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.

A taxa de poupança das famílias registou no terceiro trimestre de 2015 o mais baixo valor desde, pelo menos,  o ano de 1999.

Esta evolução poderá ajudar a explicar o aumento do consumo das famílias ao longo dos últimos trimestres que tem superado largamente o aumento do rendimento disponível. É também razoável especular que a margem para manter o ritmo de consumo por via do esmagamento da poupança estará próximo de se esgotar definitivamente.

Recordamos ainda que esta constatação sucede sob um cenário de taxas de juro de depósitos a prazo e de acesso ao crédito historicamente baixas.

Taxa de poupança das famílias 2015

Esta informação decorre da difusão das Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional.

Eis a súmula do INE:

A poupança corrente da economia aumentou no 3º trimestre em consequência do crescimento do rendimento disponível da nação ligeiramente superior ao aumento da despesa de consumo final da economia. Este aumento foi compensado pela redução do saldo das transferências de capital pelo que a capacidade de financiamento da economia se manteve em 1,3% do PIB.
A capacidade de financiamento das Famílias diminuiu para 1,3% do PIB no ano acabado no 3º trimestre de 2015 (menos 0,6 p.p. que no trimestre anterior). A taxa de poupança fixou-se em 4,0% (redução de 0,8 p.p. face ao trimestre precedente), traduzindo os efeitos conjugados do aumento do consumo privado e da ligeira diminuição do rendimento disponível das Famílias (variações de 0,8% e -0,1%, respetivamente). A capacidade de financiamento das Sociedades Não Financeiras estabilizou em 0,6% do PIB, tal como a taxa de investimento deste setor (20,4% do PIB). 
A necessidade de financiamento das Administrações Públicas (AP) reduziu-se, passando de 6,4% do PIB no ano acabado no 2º trimestre de 2015 para 3,2% no ano acabado no 3º trimestre de 2015. Esta redução do saldo em 3,2 p.p. do PIB reflete sobretudo o efeito base associado ao registo da capitalização do Novo Banco como transferência de capital no 3º trimestre de 2014. Refletindo o efeito simétrico, a capacidade de financiamento do setor das Sociedades Financeiras diminuiu de 5,1% para 2,6% entre os mesmos dois períodos.
Considerando o conjunto dos três primeiros trimestres de 2015, o saldo global das AP fixou-se em -4.843,7 milhões de euros, correspondente a -3,6% do PIB (-8,9% do PIB em igual período do ano passado, -5,1% excluindo a capitalização do Novo Banco).”

Leia mais: http://economiafinancas.com/2015/taxa-de-poupanca-das-familias-2015-nunca-pouparam-tao-pouco/#ixzz3vGgfs8xK
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News online

While Portugal had started showing signs of converging with the European Union between 2005 and 2009, this has changed in the last few years, with Portuguese standards of living now being 25 percent below the EU average.
The study, “Three Decades of European Portugal: Balance and Perspectives”, revealed that the country’s economic woes have also led to an almost unprecedented exodus of nationals from Portugal.
Researchers, led by the economist Augusto Mateus, also found that despite Eastern Europeans dominating discussions on immigration within in the EU, Portugal is the member state with the highest proportionate number of migrants living in another EU country.
Similarly, Portugal too was found to have the sixth highest number of emigrants in the world when taking into account the percentage of the population which has left to seek employment or better economic opportunities elsewhere.
Not surprising then, was the news that Portugal is the second least popular destination for immigrants in the 28-member EU, research showed.
And still on an economic front, the creation and subsequent location of a privatisation fund as dictated by the Eurogroup during last-ditch negotiations with Greece was in July reportedly the final stumbling block in brokering a bailout deal with Athens which effectively put an end to the Grexit crisis.
But according to the Portuguese Prime Minister at the time, Pedro Passos Coelho, disaster was averted at the 11th hour when the delegation from Lisbon came up with a solution to overcome the impasse.
Speaking after the meeting, Pedro Passos Coelho revealed to reporters that Portugal might just have saved the day during arduous Greece-EU talks.
“I must say that, curiously, the solution which ended up unblocking the final problem that remained unsolved with regards to the privatisation fund, originated from an idea which I myself suggested”, the Portuguese Prime Minister told a surprised audience.
“This means, that as a matter of fact, we acted in a way that helped to unblock the problem”, Passos Coelho said at a press conference at the end of the Euro Zone summit.
He reiterated this point by stressing once more that “it was precisely an idea that I tabled which ended up being used by negotiators with the Greek Prime Minister.”
Social media was quick to satirise his comments.
Following the creation of the hashtag #PorAcasoFoiIdeia Minha loosely translated as “a matter of fact it was my idea”, tweets about the Portuguese Prime Minister quickly became the most popular trend on Twitter.
Pedro Passos Coelho became the target of a series of tweets, with comments like “Approving unconstitutional budgets? It was my idea”, “The cure for Aids? You haven’t got one yet? When you do, it was my idea,” and also reference was made to the arrest and jailing of former Socialist Prime Minister José Sócrates, “Operation Marquês? It was my idea.”
Other references such as the Portuguese 25 April Revolution, the Moon landing and 11 September were other posts which flooded Twitter and Facebook during the summer and were sarcastically attributed to the Portuguese Prime Minister.

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