Zona Euro/2008: Grandes empresas e países emergentes são os alvos

Investimentos 2008: Uso da lupa é recomendável…A Zona Euro apresenta sinais macroeconómicos que sustentam as perspectivas promissoras de médio prazo para a região, apesar do menor crescimento previsto, na óptica da Fidelity International (Jornal de Negócios). Um cenário de recessão nos Estados Unidos pode alterar o panorama. Nada que não possa ter solução segundo os analistas. O JdN avança “dois conselhos importantes dados pelas maiores casas de investimento do mundo: há que privilegiar as empresas com maior capitalização e vale a pena apostar em títulos com exposição nos mercados emergentes. E quais as bolsas que poderão ter melhor comportamento? O «Barclays Capital» prefere a Alemanha e adverte para os retornos menores de Espanha, Irlanda e Reino Unido, por via da crise do crédito.” No entanto, as previsões para o mercado britânico não são consensuais.

Uma nota de perplexidade face às previsões para 2008 do vetusto, mas titubeante e «subprime» Barclays: O ministro alemão da Economia, Michael Glos, numa entrevista publicada pelo semanário Die Zeit (4.ª feira) disse que a taxa de crescimento deverá ser inferior a 2%, sem especificar um número exacto. O FMI já baixou as perspectivas do crescimento alemão para 1,9%. O Bundesbank, banco central alemão, na semana passada, reviu, também em baixa, a suas previsões para um valor ainda mais modesto: 1,6%…

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