Índia e Paquistão em estado de pré-guerra após carnificina de Bombaim, dizem israelitas

Atentado - BombaimA edição electrónica do periódico israelita DEBKAfile, próximo dos serviços secretos judaicos, informou que “as duas potências nucleares da Ásia, Índia e Paquistão, deram hoje [domingo] os primeiros passos para uma guerra convencional”, após os atentados de Bombaim, na semana passada, que vitimaram quase 200 pessoas e feriram cerca de trezentas.

Citando “fontes militares”, o jornal acrescenta que o governo indiano, convencido das provas de envolvimento paquistanês, resolveu “colocar unidades aéreas e mísseis em estado de prontidão militar.” Por seu turno, acrescenta, Islamabad, que repudiou as acusações, também “deslocou tropas das fronteiras com o Afeganistão para territórios fronteiriços com a Índia.”

“Especialistas militares receiam que a escalada do conflito possa evoluir para uma confrontação com armas nucleares tácticas”, escreve o DEBKAfile.

Segundo as fontes do periódico hebraico, o governo indiano baseia as suas suspeitas sobre o envolvimento paquistanês em declarações do “único terrorista” preso – Azam Amir Kasab, com 21 anos de idade – segundo as quais a acção terá sido desencadeada pelo grupo extremista islâmico paquistanês Lashkar e-Taiba (L-e-T).

“O grupo de Caxemira tem ligações à al Qaeda e aos serviços secretos paquistaneses [Inter-Services Intelligence]”, acrescenta.

“Desde o início, na quarta-feira, 26 de Novembro – sublinha o DEBKAfile – a escala, coordenação e precisão do ataque denunciou claramente o envolvimento de uma grande agência nacional de espionagem. As provas aumentaram quando se soube que os comandos chegaram a Bombaim, de barco, a partir de Caxemira.”

MRA Dep. Data Mining

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