Dívida: Ouro português e ilhas gregas estiveram em risco de penhora

As ilhas gregas e as reservas de ouro português foram pedidas como garantia de novos empréstimos nas sessões de preparação da cimeira de europeia, com a Holanda e a Finlândia a exigirem que alguns activos dos países resgatados fossem dados como colateral para a concessão das  futuras tranches de crédito.

As parcelas de território grego chegaram mesmo a fazer parte de um documento de trabalho durante a cimeira, no quadro do segundo resgate, e as reservas de ouro português, que não podem ser usadas para abater no défice, foram dadas como exemplo de um activo que poderia ser dado como garantia. Ou seja, no caso destes países não poderem honrar as suas dívidas com a União Europeia (UE), estas dívidas seriam cobertas por activos nacionais, antes de activar as garantias dadas pelos países do euro.

O assunto acabou por morrer, com as garantias do aumento da participação do sector privado no resgate grego, indo ao encontro dos anseios precisamente da Holanda e da Finlândia, bem como da Eslováquia e da Alemanha.

MRA Alliance/DE

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