China: Especialistas confiantes que economia resistirá à crise mundial

O arrefecimento global da economia não vai afectar a China, pois o crescimento passará de 10,6% para 10,8%, no segundo trimestre de 2008, apesar da desaceleração e das pressões inflacionistas, informou o Centro de Informação do Estado. O «think tank», especializado na antecipação das tendências que influenciarão o desenvolvimento do país, informou que nos primeiros três meses do ano a inflação baixou de 8% para 7.5%. Porém, o Índice de Preços do Produtor (IPP) manter-se-á elevado (8,1%) no período Abril-Junho.

Num artigo publicado no Jornal de Valores Mobiliários da China (中国 安全 日记) Qing Wang, economista do banco Morgan Stanley, disse que “após o primeiro trimestre, o cenário macroeconómico da China tornou-se mais claro: vamos ter uma aterragem suave.” Neste trimestre, o banco Lehman Brothers concorda que o PIB crescerá 10.8% com uma taxa de inflação média de 7.8%. Os economistas prevêem a adopção de mais medidas restrictivas. O rácio das reservas para os bancos deverá subir para os 17% e o yuan deverá cotar-se a 6.3 face ao dólar americano, segundo Grace Ng do banco JPMorgan China. Em Março, os preços no consumidor subiram 8.3%. O «think tank» da Comissão da Reforma e Desenvolvimento Nacional está optimista quanto ao crescimento do investimento directo fixo recuperará no segundo trimestre após a contracção provocada pelos nevões de Janeiro e Fevereiro, os piores desde há 50 anos. O controlo da inflação será a principal prioridade das políticas públicas. O Centro de Informação do Estado prevê que a procura externa diminua, num clima de apreciação do yuan, com efeitos negativos nas exportações durante este trimestre. O crescimento das vendas para o exterior cairá dos actuais 21.4% para os 20%. MRA Dep. Data Mining

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