Archive for the ‘Agronegócio’ Category

Portugal tenta salvar 600 milhões de ajudas agrícolas de Bruxelas

terça-feira, setembro 6th, 2011

Portugal está em risco de perder 600 milhões de euros de ajudas aos agricultores e ser multado pela Comissão Europeia por falta de um parcelário das propriedades agrícolas atualizado, admitiu hoje o secretário de Estado da Agricultura.

Segundo José Diogo Albuquerque, o Governo tem de concluir até dezembro a base de dados com todas as parcelas atualizadas, caso contrário, a Comissão Europeia pode reservar-se o direito de não pagar as ajudas.

O país arrisca ainda mais uma multa a juntar às duas num valor global de 190 já aplicadas por Bruxelas que se prepara para aplicar uma terceira, segundo o governante.

MRA Alliance/SIC Notícias

Consumo de legumes em Portugal cai 90% em sete dias

quinta-feira, junho 2nd, 2011

Para além dos pepinos também o consumo de tomate baixou 20%, depois de ter sido tornado público os alegados problemas com os pepinos espanhóis ontem oficialmente desmentidos pela própria Comissão Europeia.

Portugal já registou uma quebra acentuada no consumo de legumes crus, em especial de pepino durante a última semana. Segundo Manuel Évora, presidente da Portugal Fresh, o consumo de pepinos e curgetes caiu 90% e a quebra em outros produtos hortícolas, como a alface e o tomate, rondou os 20%.

Esta quebra de consumo vem no seguimento da morte de 17 pessoas – 16 na Alemanha e uma na Suécia – e do contagio de 1.500, provocado pela epidemia da bactéria ‘E.Coli’ que já levou países como a Áustria, a Bélgica e a Rússia a fechar a porta a vários produtos espanhóis.

No entanto, em Portugal ainda não foi detectado nenhum contágio e a Direcção Geral de Saúde garante não ter conhecimento de qualquer caso deste género. Ainda assim, o organismo considerou que o Síndrome Hemolítico Urémico constitui um alerta de saúde pública, tendo já deixado orientações aos hospitais para a detecção precoce e tratamento de eventuais casos que possam ocorrer em território nacional. Entretanto, os especialistas do Instituto Ricardo Jorge já começaram a analisar várias amostras de pepinos produzidos em Portugal para detectar a presença da bactéria.

MRA Alliance/DE

Produção agrícola mundial deve aumentar 70% até 2050, estima FAO

quarta-feira, setembro 23rd, 2009

A produção agrícola mundial deve aumentar 70% até 2050 para alimentar a população do planeta que, com mais 2,3 mil milhões de pessoas, atingirá os 9,1 mil milhões, defende um relatório da ONU divulgado hoje. “A organização da ONU para a alimentação e a agricultura (FAO) demonstra um optimismo cauteloso sobre a capacidade do mundo para se alimentar até 2050”,disse Hafez Ghanem, sub-director-geral da FAO.A FAO convocou para 12 e 13 de Outubro um fórum de especialistas de alto nível para discutir as estratégias a aplicar para ultrapassar os desafios.

O fórum, intitulado “Como alimentar o mundo em 2050”, reunirá cerca de 300 especialistas (universitários, investigadores, organizações não governamentais e sector privado) de países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Um dos objectivos do fórum é preparar uma nova cimeira mundial sobre a segurança alimentar, a decorrer de 16 a 18 de Novembro.

MRA Alliance/Agências

Execuções e penhoras arruinam produtores de leite

quinta-feira, agosto 27th, 2009

Entre quatro a cinco mil produtores de leite estão a atravessar graves dificuldades. Destes, um quinto está a passar por processos de execução, revela a Associação de Produtores de Leite e Carne (Leicar). O Governo quis ouvir o sector, mas as principais associações recusaram.

Segundo as contas da Leicar e da Fenalac (Federação Nacional das Cooperativas de Produtores de Leite), existem no Continente sete mil produtores, a que se somam mais de três mil dos Açores. O ministro já disse que três mil pequenos produtores irão desaparecer. 

“São, seguramente, mais de mil os produtores que estão a passar por situações de penhora e arresto [de bens]”, um sétimo dos produtores leiteiros do Continente português, diz José Oliveira, líder da Leicar. Fisco, Banca e fornecedores apertam o cerco para cobrar dívidas. José Oliveira garante que esta “nunca foi uma situação comum”. “Agravou-se a partir do início do ano.”

Fernando Cardoso, da Fenalac, admite que “no último ano mil produtores abandonaram o sector”. Há ano e meio, o preço do litro do leite rondava os 55 cêntimos. Hoje, é pago entre os 25 e 28 cêntimos e há já quem aposte na descida até aos 20 cêntimos.

Ontem, o ministro da Agricultura desvalorizou a recusa da Leicar e da Fenalac em reunir. Jaime Silva afirmou que a ASAE está a analisar o problema dos preços.

Em Bruxelas, no dia 7 de Setembro, o ministro garantiu que vai defender a suspensão do aumento das quotas leiteiras e informar a Comissão Europeia de que está contra a liberalização prevista para 2015. Jaime Silva vai sugerir o abate de vacas mais velhas e o aumento do preço na intervenção.

MRA Alliance/Agências 

FAO: Compra de terras em África é uma ameaça para os pobres

terça-feira, maio 26th, 2009

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) alertou ontem para o perigo de agravamento da fome e da pobreza devido à crescente compra de terras em países africanos por parte de governos e empresas privadas internacionais, noticia a Lusa.
Segundo a FAO, o fenómeno, que está a aumentar em “África e em outros continentes”, implica um risco acrescido para os pobres, que “se vêem desapropriados ou impedidos do acesso à terra, à água e a outros recursos”.

O organismo, que se apoia num relatório do Instituto Internacional para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, reconhece que as aquisições de terras em países pobres podem abrir muitas oportunidades, como a criação de saídas comerciais, emprego ou investimento em infra-estruturas. No entanto, acrescenta, poderá ter um efeito perverso se excluir a população local da tomada de decisões sobre as questões fundiárias.

Para a FAO, a motivação para o investimento em terras em países pobres prende-se com a segurança alimentar dos países investidores e com as oportunidades de negócio exploradas pelas empresas para a produção de produtos agrícolas básicos para a indústria.

MRA Alliance/Lusa

UE prevê forte impacto da crise na agricultura

terça-feira, março 17th, 2009

A Comissão Europeia estima que a crise económica terá um impacto forte nos mercados agrícolas europeus a curto prazo, embora acredite que a retoma possa acontecer a médio prazo, segundo as projecções divulgadas nesta terça-feira, em Bruxelas.

O executivo comunitário publicou as estimativas para os mercados agrícolas europeus relativas ao período 2008-2015. Face à actual crise, Bruxelas admite que os reflexos serão “bastante pesados” para a agricultura europeia. No entanto, a CE considera que o sector primário “tem mais capacidade de rápida recuperação” do que os outros. 

A Comissão estima que a crise afecte particularmente a produção de leite, levando a uma ligeira contracção de curto prazo da produção europeia. 

Embora as projecções a médio e longo prazo estejam “marcadas pelas incertezas”, o executivo comunitário acredita que, num cenário de retoma gradual do PIB, a agricultura europeia conseguirá recuperar, graças a factores estruturais como o aumento da procura global de alimentos e o incremento da produção de biocombustíveis.

MRA Alliance/Agências

Argentina: Governo prepara-se para nacionalizar exportações agrícolas

sábado, fevereiro 28th, 2009

O sector agropecuário da Argentina teme uma possível estatização das exportações do país, que pode ser anunciada pelo governo já amanhã. A medida obrigaria os agricultores a venderem os produtos ao Estado, que depois decidiria a respectiva venda nos mercados internacionais.

Desta forma, a presidente Cristina Kirchner quer combater a queda da receita das exportações que presentemente está a afectar a balança comercial do país.

Com a baixa dos preços das principais commodities agrícolas devido à crise internacional, muitos agricultores argentinos preferem armazenar produtos em vez de os exportarem, especulando com a possível subida das cotações.

No entanto, o diário argentino Clarín, na edição electrónica de hoje, diz que o governo vai optar por uma medida intermédia – a criação de uma nova entidade para gerir as exportações agrícolas – em lugar de optar pela nacionalização do comércio externo agrícola. O jornal refere que Kirchner poderá fazer amanhã o anúncio no Parlamento. 

“O país está à beira de outro conflito sem precedentes”, alertou o sector agrícola numa carta aberta publicada hoje nos principais jornais argentinos.

O texto é assinado pela entidade patronal do comércio agrícola, por seis bolsas de comércio e de cereais e por associações industriais ligadas à agricultura.

Os signatários afirmam que a medida poderá provocar a queda da produção agrícola e prejudicar a imagem externa da Argentina devido à intromissão do governo nos mecanismos do mercado.

O governo acusa os produtores de terem retido nove milhões de toneladas de soja e de prejudicarem as receitas do país em cerca de USD 3 mil milhões/bilhões.

A estratégia dos exportadores argentinos está a provocar a subida do dólar e reduziu significativamente as receitas fiscais do estado latino-americano.

MRA Alliance/Agências

Aperto do crédito aumenta riscos de nova crise alimentar

quarta-feira, outubro 29th, 2008

Avolumam-se os sinais de uma nova crise alimentar à escala global. A pressão da escassez do crédito sobre as empresas e os agricultores impede o financiamento de sementes e fertilizantes para as colheitas de 2009.

Dan Basse, presidente da empresa de pesquisa AgResource Co., declarou à agência Bloomberg que a produção mundial de trigo deve baixar 4,4%, no próximo ano, com reflexos idênticos no milho e na soja. A agência noticiosa estadunidense informa que os contratos futuros na bolsa de Chicago “mostram que o trigo subirá 16%, no final de 2009, o milho 15% e a soja 3%”.

A situação do crédito está a preocupar também os maiores e melhores agricultores” afirmou Brian Willot, especialista norte-americano em commodities que dirige actualmente uma exploração de 700 hectares de soja, no Brasil. “Para os financeiramente mais fracos, o crédito desapareceu completamente. Para os mais fortes, está adiado e a taxas de juro subiram”, disse Willot.

Bancos e grandes empresas cerealíferas, como a Cargill Inc. e a Archer Daniels Midland Co., demonstram uma clara aversão ao risco. No Brasil, 3.º maior produtor mundial de milho, a seguir aos EUA e à Argentina, a produção deverá cair mais de 20%, devido à crescente dificuldade dos agricultores na obtenção de empréstimos para a compra de fertilizantes, revelou Enori Barbieri, vice-presidente da associação norte-americana de produtores de milho – National Corn Producers Association.

No café, segundo o director comercial da cooperativa brasileira Cooxupe, Lúcio Araújo, a produção deverá cair 25%. O Brasil é o maior produtor mundial.

Neste quadro, o problema da fome promete agravar-se. O secretário do Grupo Intergovernamental de Cereais associado à FAO, Abdolreza Abbassian, prevê que às 75 milhões de pessoas que, em 2007, aumentaram o número mundial de famintos – 923 milhões – se juntarão mais outras dezenas de milhões. “O efeito real da crise financeira está a reduzir as culturas e a provocar a quebra da produção. (…) Mais pessoas irão ter fome”, disse Abbassian.

MRA Dep. Data Mining

Alimentos vão empobrecer 100 milhões de pessoas

sexta-feira, junho 13th, 2008

Alimentos caros a nível mundial, nos próximos anos, vão colocar abaixo da linha de pobreza no mínimo 100 milhões de pessoas, previu Danny Leipziger, vice-presidente do Banco Mundial. “Os preços de alguns bens alimentares duplicaram, nos próximos três a quatro anos manter-se-ão elevados e não vão voltar aos níveis que tinham anteriormente”, disse o responsável do Banco Mundial (BM) na conferência sobre “Preços dos alimentos e segurança alimentar” na Cidade do Cabo, África do Sul. Os participantes concordaram num ponto: as respostas clássicas para responder à actual crise são inúteis. “Esta crise é diferente de todas as outras que temos visto e não há soluções na gaveta. É uma crise diferente e cria uma mudança estrutural”, considerou Sheryl Hendricks, responsável do Centro Africano de Segurança Alimentar. Lesetja Kganyago director-geral do Tesouro da África do Sul disse que “controlar preços” e “limitar as exportações” é um erro e “seria cair na armadilha dos países ricos, que justificam os subsídios à sua agricultura por razões de segurança alimentar”, dando esmolas aos países pobres. MRA/Agências

Banco Mundial prevê subida do preço do petróleo até 2011

segunda-feira, junho 9th, 2008

O economista-chefe do Banco Mundial (BM), Justin Lin, previu hoje, na Cidade do Cabo, que a actual alta do petróleo se deve manter pelo menos nos próximos três anos, recuando a partir daí por acção das “forças do mercado”. “As projecções baseadas no actual oferta e procura indicam que no médio prazo, num prazo de três a cinco anos, o petróleo vá subir e depois estabilizar entre 104 e 108 dólares o barril”, disse Lin na abertura da conferência anual do banco sob o tema “Pessoas, Política e Globalização.” Porém, abertos os trabalhos, na capital sul-africana, o preço do crude era o tema preferido entre os partcipantes. O petróleo bruto aumentou 500 por cento desde 2003. Muitos analistas admitem que possa chegas aos 150 dólares/barril, já em Julho. O principal conferencista, o norte-americano Michael Spence, prémio Nobel da Economia, desfez eventuais esperanças: o preço do petróleo “não vai voltar aos níveis de antigamente” face à “limitada elasticidade do lado da oferta.” “A resposta do lado da oferta é limitada e a procura vai continuar a aumentar”, sustentou. Serão os consumidores a ter que resolver o problema, opinou. Maior eficiência energética, sobretudo por parte dos grandes consumidores, apostando nas energias renováveis, a mudança de comportamentos dos consumidores privados e as novas tecnologias foram as receitas prescritas. “A tecnologia existente não consegue resolver o problema, por isso temos que criar condições para que novas tecnologias surjam”, defendeu Spence. “Nos Estados Unidos da América as pessoas estão a conduzir carros que gastam menos combustível e até já estão a andar mais de comboio. Vai-se consumir menos de certeza absoluta, mas isso não vai acontecer nos próximos seis meses”, prognosticou. O “abrandamento persistente do crescimento e menores oportunidades para os países em desenvolvimento”, serão consequências inveitáveis. O Nobel da Economia anteviu ainda que o preço dos alimentos irá descer “daqui a cinco anos [mas] não para os níveis de partida”, se forem executadas “políticas sensatas.” Contrariamente ao petróleo, neste caso o problema está sobretudo na oferta. “Precisamos desta alta de preços para provocar a resposta dos mercados”, para que estes respondam com “novas tecnologias”, enfatizou Michael Spence. MRA/Agências

Preços de cereais não voltarão a baixar para níveis de 2006, diz comissária UE

quinta-feira, maio 29th, 2008

A comissária europeia para a Agricultura disse hoje em Lisboa que os preços dos cereais vão estabilizar nos próximos tempos num valor alto e não voltarão a atingir os montantes baixos de 2006. “Já houve uma descida dos preços [dos cereais], embora ainda estejam acima de 2006 (…) Não voltaremos a ter os preços baixos de 2006″, resultado de várias descidas que não se vão repetir afirmou a comissária europeia para a Agricultura e Desenvolvimento Rural, Mariann Fischer Boel. A comissária recordou que a União Europeia já avançou algumas medidas para tentar minorar as consequências da subida dos preços dos cereais como a abolição do pousio que vai acrescentar o terreno cultivado em cerca de 10 por cento, o equivalente a uma produção entre 13 e 15 milhões de toneladas. Outra decisão foi a suspensão temporária das tarifas de importação de cereais. “Queremos modernizar a agricultura europeia para que seja mais competitiva e mais simples”, concluiu. Mariann Fischer Boel está em Portugal, para uma visita de três dias, a fim de conhecer melhor a realidade agrícola do país. MRA/Agências

Biofuel: Produtores americanos acusam UE de proteccionismo

sexta-feira, maio 9th, 2008

As companhias americanas de biodiesel lançaram uma agressiva campanha de lóbi junto da OMC (Organização Mundial de Comércio) para a abertura de um processo judicial contra os produtores da União Europeia, agravando as tensões comerciais transatlânticas no segmento agro-energético. Os concorrentes europeus, na semana passada, solicitaram à Comissão Europeia a imposição de taxas aduaneiras de emergência sobre as importações americanas. O argumento assenta na concessão de subsídios pela administração Bush o que torna o produto deslealmente competitivo e distorçe o processo de fixação de preços. Os americanos argumentam que as especificações técnicas impostas pela UE, designadamente sobre a resistência do à oxidação, violam as regras da OMC e discriminam os produtores dos Estados Unidos. Os europeus queixam-se que o biodiesel americano é produzido a partir de soja e óleo de palma cujas propriedades químicas diferem dos produtos europeus (fabricados a partir da beterraba).

O lóbi americano apresentou pareceres jurídicos e técnicos que, alegadamente, dão consistência aos argumentos de que as especificações europeias visam boicotar a importação de biodiesel dos EUA, violando as regras impostas pela OMC. A Comissão Europeia e as associações sectoriais da indústria comunitária rebatem os argumentos jurídicos e técnicos e vão investigar em que medida os subsídios aos produtores americanos afectam irregularmente a indústria europeia. Washington subsidia cada galão de biodiesel com um dólar quando misturado com combustíveis fósseis. Os europeus desconfiam que os americanos misturam uma pequena percentagem do seu biodiesel com carburantes de países latino-americanos, obtêm benefícios fiscais e depois exportam-no para o mercado europeu, o maior consumidor mundial. MRA/Agências

Guiné-Bissau: Sindicatos querem mais arroz para evitar tensões sociais

domingo, maio 4th, 2008

A central sindical da Guiné-Bissau vai propor ao governo a obtenção de uma linha de crédito junto do Fundo Monetário Internacional (FMI) para incentivar o aumento da produção de arroz. A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau (UNTG) justifica o “urgente” pedido de empréstimo” visando diminuir o perigo de instabilidade social e evitar potenciais conflitos e desacatos por escassez de comida. A proposta surge na sequência da crise alimentar mundial que levou o governo de Bissau a aumentar os preços dos cereais e dos combustíveis. O arroz é o principal componente da dieta guineense. A ONU pediu à comunidade internacional USD 755 milhões para ajuda alimentar de urgência. Organizações multiraterais africanas convocaram, este mês, reuniões de emergência para análise da situação. MRA/Agências

Europa reduz vinhedos para melhorar qualidade do vinho

quarta-feira, abril 30th, 2008

vinha -ChileA União Europeia aprovou ontem a reforma para o sector vinícola, que implica a erradicação de 175 mil hectares de vinha para melhorar a competitividade. Os vinhos europeus têm perdido mercado para as marcas do novo mundo – Chile, Argentina, Estados Unidos, Austrália e África do Sul. Incentivos financeiros serão concedidos aos produtores menos competitivos para cessem a actividade. A UE poderá desta forma reduzir a produção vinícola excedente que custa milhões de euros/ano aos cofres comunitários. Os valores das ajudas serão definidos e pagos pelos governos nacionais. MRA/Agências

Inflação agro-alimentar e petróleo acentuam desigualdades, pobreza e ameaçam paz mundial

terça-feira, abril 29th, 2008

Especialistas internacionais, da ONU/FAO à OMC passando pela OCDE, convergem num ponto: a combinação da inflacão agro-alimentar e energética vai tornar o mundo mais inseguro, mais pobre e mais desigual. Os ambiciosos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) para 2015 não estão apenas comprometidos. São inexequíveis e pura ficção. Os profetas do crescimento e do desenvolvimento perpétuos atiraram o mundo para um beco sem saída.

Ou consumimos menos e de forma mais inteligente, ou dentro de alguns decénios não teremos dinheiro suficiente para comprar comida, combustíveis e medicamentos para tratarmos as doenças que, crescentemente, vão diminuir a nossa qualidade de vida. Mais…

MRA – Dep. Data Mining

Alemanha e França unidas no proteccionismo agrícola

quinta-feira, abril 24th, 2008

Alemães e franceses uniram-se ontem na rejeição de cortes nos subsídios agrícolas, num clima de encarecimento global dos produtos alimentares, e dando argumentos aos que defendem que o eixo Paris-Bona não quer a liberalização global do comércio, paralizada na “Ronda de Doha”, sob os auspícios da OMC – Organização Mundial de Comércio. O ministro alemão da Agricultura Horst Seehofer argumentou que a fome nos países pobres e o aumento dos preços dos bens alimentares não são razões para reduzir os subsídios aos agricultores da UE. Cerca de 40% do orçamento da europa comunitária (EUR 115 mil milhões/bilhões) é absorvido anualmente por apoios financeiros a uma agricultura cara e não competitiva. A decisão franco-alemã foi tomada no mesmo dia em que o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso e o primeiro-ministro do Japão, Yasuo Fukuda, manifestaram a sua “profunda preocupação” pela alta dos preços dos alimentos, do petróleo e de outras commodities, na cimeira anual EU-Japão. MRA/Agências

China provoca subida dramática dos preços dos fertilizantes

quinta-feira, abril 17th, 2008

Escassez de alimentosO governo chinês abriu os cordões à bolsa e aceitou pagar o triplo, em 2008, pelo carbonato de potássio que importa do Canadá para melhorar a sua produtividade agrícola, num sinal de que o preço da fileira agro-industrial vai continuar o ciclo de subida. O grande beneficiário foi o fornecedor Potash Corp. do Canadá, o mais produtor de fertilizantes do mundo, cujas acções não têm parado de se valorizar na bolsa de Toronto. A Potash Corp. passou a ser a segunda empresa canadiana com maior capitalização bolsista – atrás da Research In Motion e à frente do Royal Bank of Canada e Manulife Financial. O seu valor de mercado é actualmente de 62 mil milhões de dólares canadianos (CAD). Desde 2003, as acções da empresa tiveram uma valorização de 1 000%.

Contratos idênticos estão a ser assinados entre a China e empresas russas como de outros países à escala global. A procura de fertilizantes à base de potássio deverá crescer 4% ao ano, de acordo com fontes do sector. Os preços das commodities agrícolas – trigo, milho, soja e arroz – não param de subir. Mais caras e escassas estão a provocar tensões sociais em muitos países em desenvolvimento, africanos e asiáticos, em particular no Zimbabué, Uganda, Quénia, Sudão, República do Congo, Burundi e Ruanda, bem como nas Filipinas, Indonésia, Índia e China and India. MRA/Agências

Notas sobre o gado brasileiro

segunda-feira, fevereiro 18th, 2008

«É simplesmente inacreditável a lambança feita pelo governo federal, mas também pelos governos estaduais, políticos, fazendeiros e frigoríficos, nessa história da exportação da carne para a Europa». – escreve Carlos Alberto Sardenberg no Estado de São Paulo.
«A coisa começou lá em 2002. O Brasil foi exportando carne de boi para a União Européia (UE), aumentando as vendas progressivamente, mas tudo isso ao lado de uma negociação em que os europeus deixaram claro que iriam exigir a tal rastreabilidade – um moderno sistema pelo qual é possível saber de onde veio o bezerro, onde foi criado e abatido.»

Sardenberg sabe o que diz. E não valerá a pena continuar com demagogias, que só prejudicam as empresas brasileiras, nesta e noutras áreas.
Para vender para a Europa é preciso respeitar as regras europeias, impostas pela União aos seus próprios produtores.

Quem não perceber isso coloca-se a anos-luz da realidade.

Opinião: Predadores agrícolas americanos liquidaram a economia agrária mexicana

sexta-feira, fevereiro 8th, 2008

nafta-manif1.jpgMais de 200 mil camponeses protestaram na semana passada, na Cidade do México, contra os efeitos devastadores da política agrícola do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta), assinado em 1994. O tratado, negociado pelo México pela administração de Salinas de Gortari, permitiu a liberalização do comércio agrícola regional.

O processo foi gradual (14 anos), sem que os Estados Unidos cumprissem o espírito e a letra do acordo – eliminação progressiva dos subsídios. Assim, protegem artificialmente a falência da sua política agícola, atirando para a pobreza e a exclusão milhões de agricultores dos países subdesenvolvidos.

Passado o prazo estipulado, a partir de 2008, o comércio agrícola no espaço Nafta deveria beneficiar da tarifa zero. Contudo, a liberalização vale apenas para o parceiro mexicano. Naquele período os EUA nunca pararam de aumentar os perversos subsídios promovidos por sua Lei Agrária (Farm Bill). Apelidar de economia de mercado e livre comércio um sistema sustentado através de subsídios ilegais e unilaterais é uma falácia. Fraude e má-fé seriam termos mais adequados.

Em 1994, as tarifas do milho praticadas pelo México ultrapassavam os 200%. Em 2008, conforme o acordo, foram eliminadas. Em contrapartida, os subsídios dos EUA para os seus produtores do sector cresceram nos últimos 14 anos na mesma proporção.

O mundo rural mexicano e o país hispânico-americano são vitímas de uma fraude com consequências sócio-económicas desastrosas. A «liberalização» cumprida pelo México resultou no seu desarmamento fiscal e alfandegário. A concorrência desleal dos produtos americanos liquidou a produtividade agrícola do país, aniquilou centenas de milhar de explorações, fez explodir o desemprego rural e aceleraram o êxodo dos “novos pobres mexicanos”, para as cidades do país e, maciçamente, como imigrantes ilegais para os EUA.

O alcançe e gravidade da crise são enormes pois um dos produtos agrícolas mais afectados pelo Nafta é o milho, componente tradiconal e básico da dieta alimentar mexicana. Porém afectam com igual dureza o leite, o açúcar e o feijão. Todos estes produtos e respectivas cadeias de valor são copiosamente subsidiados pelo governo Bush/Cheney, ampliando a perversidade da fraude.

Na entretanto defunta Alca – Área de Livre Comércio das Américas – os EUA propuseram o mesmo modelo. Não fora a oposição dos países do Cone Sul, com destaque para o Brasil e a Argentina, a competitividade global do sector primário dos dois países charneira do Mercosul, hoje, mais não seria do que uma amarga miragem. (pvc)

UE e Brasil em rota de colisão sobre comércio de carnes

sábado, fevereiro 2nd, 2008

carnes_export_br.jpgO Ministério das Relações Exteriores do Brasil considerou “descabida” e “discriminatória” as exigências da União Europeia, que suspendeu na quarta-feira a importação de carne brasileira por prazo indefinido. Bruxelas e Brasília não chegaram a acordo sobre o número de fazendas que poderiam receber certificação para vender o produto no mercado único europeu. Numa nota à imprensa, o Ministério informou ter manifestado a “inconformidade” do governo brasileiro com a decisão da Comissão Europeia. “A pretensão europeia de que o Brasil seleccione 300 propriedades dentre o universo de fazendas preliminarmente aprovadas pelo Mapa [Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento] é descabida e discriminatória entre fazendas perfeitamente habilitadas, punindo os esforços dos fazendeiros que procuraram cumprir as exigências estabelecidas pela União Europeia”, sublinhou o Ministério, na nota oficial.

Segundo o Ministério, o Encarregado de Negócios da Comunidade Européia no Brasil, Nicholas Foster, foi notificado que o embargo à carne brasileira “não corresponde aos princípios que deveriam enformar o relacionamento entre o Brasil e a União Européia, tendo em vista sua elevação, em 2007, ao caráter de parceria estratégica”.

Ontem, o ministro brasileiro da Agricultura, Reinhold Stephanes, afirmou que o Itamaraty “está pensando” em recorrer à OMC (Organização Mundial do Comércio) para reverter a decisão da UE de suspender a importação de carne bovina brasileira. O presidente Lula da Silva também criticou ontem o embargo. “Eles têm vaca louca e ficam dando palpite”, disse Lula referindo-se aos casos da doença na Inglaterra e na Irlanda. Fonte: Folha Online

Bruxelas confirma surto de H5N1 e impõe restrições à Alemanha

segunda-feira, dezembro 17th, 2007

Aviários - O espectro da pandemiaA Comissão Europeia confirmou hoje um surto da estirpe H5N1, a mais perigosa da gripe das aves, numa capoeira com 11 frangos em Brandenburgo, leste da Alemanha, e anunciou medidas de controlo. Em comunicado, precisou que as medidas de controlo passam pelo abate dos frangos a norte de Berlim, um anel de protecção de três km, e um de segurança, com 10 km. O H5N1 reapareceu em Junho na Bavierae, durante o Verão, noutras regiões alemãs. (pvc/agências)

UE: Transferências de fundos comunitários podem ser rapidamente congeladas a partir de 2008

sábado, novembro 17th, 2007

PAC - O principal “buraco” do orçamento da UESiim Kallas, Comissário para Auditorias Financeiras avisou que a Comissão Europeia congelará transferências de fundos para estados membros, a partir de 2008, se os governos não melhorarem os controlos sobre o uso e aplicação dos dinheiros comunitários a nível nacional. A revelação foi feita, esta semana numa reunião da Comissão de Controlo Orçamental do Parlamento Europeu com o aviso que “actuaremos mais rapidamente na suspensão dos pagamentos intercalares (…) sempre que forem detectadas deficiências graves nos sistemas de controlo.” O relatório de 2006 do Tribunal de Contas da UE considerou terem sido feitos progressos em 70% dos controlos sobre subsídios agrícolas, com um nível de risco de 2%, classificado como “aceitável”.

Hubert Weber, presidente do Tribunal de Contas europeu, calculou que, em 2006, a Comissão deveria ter cancelado a transferência de 12% dos reembolsos de fundos estruturais face às não conformidades detectadas. Deputados europeus membros da comissão admitiram ser difícil a aprovação das contas face às irregularidades detectadas. O social democrata dinamarquês, Dan Jørgensen, relator da comissão, foi mais assertivo: “Será dificil votar positivamente as contas” na ausência de “respostas claras” face às dúvidas sobre o carácter pontual ou sistémico dos problemas. Jørgensen exigiu aos 27 estados membros da União Europeia, que gerem 80-85% dos fundos estruturais, a “intensificação dos controlos e assumam as suas responsabilidades”, criticando a brandura da Comissão. O deputado dinamarquês exigiu que os ministros das Finanças dos 27 façam declarações oficiais sobre a transparência da gestão dos fundos estruturais. Até agora, apenas a Suécia, Holanda e Reino Unido, concordaram. Em Novembro de 2006, a Comissão Europeia, congelou a transferência de 1,7 mil milhões de euros para o Reino Unido, após a descoberta de várias irrregularidades e problemas em organismos nacionais reponsáveis pelo pagamento de subsídios relacionados com o Fundo Social Europeu. Kallas enfatizou que a Comissão está “profundamente empenhada” nas declarações oficiais dos ministros das Finanças e informou ter enviado uma carta à presidência portuguesa, em 13/11/2007, para que os estados membros forneçam informação sobre os procedimentos usados nos controlos nacionais, até Fevereiro de 2008. Na missiva exigiu mais do que “um catálogo de auditorias efectuadas” e que os relatórios sejam validados por uma autoridade com poderes centrais, sob pena de não lhes acrescentarem valor.

Alerta Brasil: Europa e EUA vão fechar acordo sobre biodiesel no dia 9/11

sábado, novembro 3rd, 2007

A semente mágica?Certamente alertados pelas movimentações brasileiras, com o apoio do presidente Lula, para a produção de biocombustíveis que não afectem negativamente a cadeia alimentar, os estados-maiores da União Europeia e dos Estados Unidos vão assinar na cimeira do próximo dia 9, em Washington, um acordo preliminar para dinamizar o comércio e o investimento na área dos carburantes biológicos. O anúncio será feito, formalmente, no primeiro encontro do recém-criado Conselho Económico Transatlântico UE-EUA, no encontro entre o presidente Bush e a chanceler alemã Angela Merkel, em Abril passado. O objectivo é chegar a um alargado consenso: normas técnicas, desarmamento alfandegário e fiscal, investigação tecnológica, patentes e propriedade industrial, quadros comuns de financiamento, modelos contabilísticos e desburocratização de processos e metodologias. Boyden Gray, o embaixador americano junto da União Europeia, é o mais empolgado dinamizador do projecto que, caso não avance, trará dificuldades acrescidas aos parceiros atlânticos “nos negócios com a China e as economias emergentes”. A afirmação é citada na edição de hoje do jornal britânico Financial Times. “Isto não deve ser entendido como uma posição anti-chinesa mas antes pró-crescimento económico”, sublinhou o diplomata ao FT.

Pinhão Manso: A arma (quase) secreta

Lula e o pinhão-mansoO jornal britânico sustenta que uma das oleaginosas que irá romper o paradigma da beterraba, cana-de-açúcar, mamona, milho etc., é a “‘jatropha’, uma obscura planta que se dá em climas tropicais e subtropicais. Alguns produtores consideram-na uma das mais indicadas para produções agrícolas orientadas para os biocombustíveis. “Jatropha curcas”, nome científico de pinhão-manso, é a planta que Lula tinha na mão quando, em Fevereiro passado, inaugurou uma fábrica de biodiesel, da empresa Brasil Ecodiesel, em Cratéus. A investigação científica brasileira sobre a planta, remonta aos anos 80 do século passado, iniciada por especialistas da EPAMIG, depois abandonada e retomada desde 2003. A planta, segundo os técnicos e produtores brasileiros, não é uma cultura mecanizada e precisa de mão de obra o ano inteiro. Por isso, ganha importância social. Pela mesma razão é politicamente atraente para um presidente-sindicalista, enfeudado aos princípios do pleno emprego e da criação e distribuição da renda e da riqueza produzida no país. Até agora, no Brasil, o pinhão-manso ainda só ocupa uns milhares de hectares. Porém, os primeiros resultados parecem encorajadores. A oleaginosa tem a vantagem de não ser comestível e de posssuir os elementos essenciais para produzir biodiesel de boa qualidade sem desequlibrar a balança agro-alimentar. (pvc/Financial Times/Biodiesel)

Plano de Desenvolvimento Rural define áreas prioritárias para a competitividade

quinta-feira, novembro 1st, 2007

Sobreiro uma das riquezas estratégicas de PortugalO governo anunciou hoje que o Plano de Desenvolvimento Rural 2007/2013, com um financiamento comunitário de quase 4 mil milhões de euros, define cinco áreas prioritárias para o desenvolvimento da agricultura portuguesa – a floresta, o vinho e a vinha, o olival, a hortofruticultura e os produtos de qualidade. Estes são os sectores que o Governo elegeu como estratégicos para o desenvolvimento e a competitividade da agricultura portuguesa. Consulte as opiniões de um grupo técnico sobre a gestão dos montados de sobreiros.

Espanhóis rendidos ao potencial turístico do mar interior chamado Alqueva

quinta-feira, outubro 18th, 2007

Alqueva - Vista panorâmica“O Alqueva projecta una nova promesa para a extensa zona que banha. O aproveitamento turístico oferece um enorme potencial que abre novas portas ao desenvolvimento dos municípios ribeirinhos tanto de Espanha como de Portugal”, escreve hoje o diário espanhol Hoy.

Foi contituído um consórcio para “orientar os investimentos”, escreve o jornal dando conta que “são muitos os investidores de um e de outro país” que querem aproveitar as oportunidades de negócio da infra-estrutura na região raiana.

“Campos de golfe, zonas residenciais, hotéis, pesca e caça” são apontadas como as oportunidades turísticas a explorar. A empresa gestora do empreendimento – EDIA – estuda vários projectos para a reclassificação da zona, dotando-a de infra-estruturas de apoio e de recepção aos visitantes.

“Organizações ecologistas protestavam ontem pela atribuição do Prémio Alcántara ao Alqueva. Porém os seus argumentos, respeitáveis, são minimizados por factos incontestáveis. Estão à vista”, conclui do diário espanhol.

Bruxelas nega autoridade da França para suspender venda de sementes transgénicas

sábado, setembro 22nd, 2007

Campanha francesa contra OGM'sA Comissão Europeia sublinhou ontem que a legislação europeia não autoriza um Estado ou uma região a proibir a cultura de Organismos Geneticamente Modificados (OGM), conforme o desejo da França. “Uma interdição geral não é possível de acordo com a jurisdição europeia”, lembrou Barbara Helfferich, porta-voz do comissário europeu para o ambiente, citada pelo Público

Segundo o jornal “Le Monde” de quinta-feira, a proposta do governo francês passaria pela suspensão da comercialização de sementes de OGM até à adopção de uma nova lei. Em França, as culturas transgénicas são marginais. Em 2007, havia 22.000 hectares de milho geneticamente modificado, 0,75 % da produção global.

Brasil vai investir em comunicação na Europa

terça-feira, agosto 28th, 2007

A partir de setembro a Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), juntamente com o Ministério das Relações Exteriores e as embaixadas do Brasil no exterior, pretendem realizar uma série de apresentações sobre os trabalhos desenvolvidos no Brasil em relação às questões ambientais. “Faremos uma série de roads shows nas principais capitais da Europa, dando ênfase na mídia européia e nos principais compradores de nossos produtos agrícolas”, afirma Carlo Lovatelli, presidente da Abag.
A estratégia é levar informações corretas aos importadores dos produtos agrícolas e à imprensa sobre o que está acontecendo na relação entre o agronegócio e o meio ambiente no Brasil.

Fonte: Último Segundo