Assessoria jurídica pode ficar refém de litígios e insolvências

Com operações mais valiosas em dúvida, investimento de empresas nacionais em países lusófonos abre mercados para a advocacia de negócios portuguesa.

Seguir os investidores nacionais para os mercados onde se fala português, mas também continuar a prestar assessoria jurídica nas áreas de contencioso, insolvência e reestruturação de empresas, é esta a realidade com que algumas das principais sociedades de advogados portugueses esperam confrontar-se em 2011. Nos planos de trabalho para o próximo ano, o cenário de crise económica continua plasmado.

“Antecipamos um continuado fluxo de trabalho nas áreas de contencioso, arbitragem, insolvências e recuperação de empresas”, afirma Manuel Santos Vítor, sócio da PLMJ. Isto porque as operações jurídicas mais rentáveis deverão continuar arredadas do mercado, admite o mesmo advogado, quando refere como provável que nas fusões e aquisições, mercado de capitais e imobiliário se continue a sentir dificuldades.

MRA Alliance/JdN

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